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Como saber se o bebê tem Síndrome de Down?

Posted by Alfred Snyder on

Durante a gravidez, enquanto o bebê é formado e cresce dentro da barriga da mãe, por vezes, pode ocorrer alguma mutação genética. Essas mutações podem vir a desencadear situações como a Síndrome de Down. Mas é possível identificar esta ocorrência durante a gravidez

Se você quer entender mais sobre este assunto e como saber se o bebê tem Síndrome de Down, continue a ler e descubra.

O que é a Síndrome de Down?

A Síndrome de Down é também conhecida como Trissomia 21, justamente por ser causada por uma mutação genética no cromossomo 21. Esta mutação faz com que ao invés de ter 46 cromossomos, a pessoa portadora deste síndrome tenha 47. Vale lembar que esta mudança é genética e não hereditária.

Essa alteração faz com que a criança venha a nascer com características como olhos puxadinhos, orelhas em posição mais baixa e a língua grande. A síndrome não tem cura, mas existem tratamentos que podem ajudar no desenvolvimento sadio da criança portadora.

Como saber se o bebê tem Síndrome de Down?

Existem alguns exames específicos que podem identificar a alteração genética do bebê durante a gravidez. Alguns exames como translucência nucal, cordocentese e amniocentese. Geralmente, esses processos são solicitados pelo médico quando a mãe já passou dos 35 anos ou quando já teve outra criança portadora de Down.

Mas nem só nessas circunstâncias o exame é solicitado. Se o médico identificar qualquer alteração no exame de ultrassom, os outros procedimentos podem ser requeridos de imediato. Os resultados tem 99% de precisão.

Caso não seja identificada a síndrome durante o período gestacional, após o nascimento o médico poderá diagnosticar a alteração genética através das características provenientes da Síndrome de Down.

Como proceder após o diagnóstico?

Se confirmado o diagnóstico, será preciso o acompanhamento continuo com o médico. Depois do nascimento do bebê, a fisioterapia e a Fonoaudiologia serão fundamentais para auxiliar no desenvolvimento da criança portado de Síndrome de Down. A estimulação motora também será indispensável.

Durante o período gestacional, será necessário que a mãe se alimente corretamente, oferecendo todos os nutrientes que o bebê precisará, principalmente porque com a síndrome, a tendência é que o bebê venha a nascer menor do que a média e ter menos peso.

Uma dica importante é procurar uma instituição de ensino que esteja preparada para atender da melhor forma a criança portadora da síndrome. Muitos pais optam por conciliar a escola especializada com uma terapia ocupacional, auxiliando nas habilidades mentais e motoras.